INSTITUCIONAL: TRF 1ª Região recebe Prêmio CNJ de Qualidade na categoria Prata

Durante a 14ª edição do Encontro Nacional do Poder Judiciário, ocorrido nos dias 26 e 27 de novembro, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) anunciou os tribunais brasileiros que se destacaram nos eixos de governança, produtividade, transparência e dados e tecnologia. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) está entre os que se sobressaíram no cenário nacional, e por essa razão a Corte Regional foi condecorada com o Prêmio CNJ de Qualidade na categoria Prata. A premiação é pidida por segmento de Justiça e considera requisitos de avaliação que envolvem temas como acessibilidade, sustentabilidade, produtividade, celeridade, confiabilidade dos dados, informatização, transparência entre outros fatores, agraciando os tribunais que atenderem com mais superioridade aos critérios estabelecidos. “O prêmio é uma ferramenta de incentivo e de estímulo aos tribunais para que busquem constantemente o aprimoramento na construção de um Judiciário cada vez melhor”, ressaltou o conselheiro do CNJ Luiz Fernando Keppen, afirmando que a premiação reflete, de forma sistemática e objetiva, os resultados obtidos pelos órgãos ao longo dos anos 2019 e 2020. Keppen parabenizou os presidentes dos tribunais premiados e suas respectivas equipes pelo emprenho e dedicação tanto no aumento da produtividade quanto na melhoria da qualidade da prestação jurisdicional, mesmo em situação de pandemia. Ao todo, foram 11 tribunais premiados na categoria Diamante, 22 na Ouro e 28 na Prata. Metas Nacionais 2021 – Na ocasião, a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e conselheira do CNJ Maria Thereza de Assis Moura anunciou as Metas Nacionais do Poder Judiciário para 2021. Ficaram estabelecidas 12 metas, das quais oito se aplicam à Justiça Federal: julgar mais processos que os distribuídos; julgar processos mais antigos; estimular a conciliação; priorizar o julgamento dos processos relativos aos crimes contra a administração pública, à improbidade administrativa e aos ilícitos eleitorais; reduzir a taxa de congestionamento; priorizar o julgamento de ações coletivas; integrar a Agenda 2030 ao Poder Judiciário e impulsionar os processos de ações ambientais. Além dessas, também foram instituídas três Metas das Corregedorias, quais sejam: baixar quantidade maior de procedimentos disciplinares do que os distribuídos no ano corrente; identificar e decidir 100% dos procedimentos disciplinares em face de magistrados, em curso nas corregedorias, que tenham sido autuadas até dezembro de 2019 e, por fim, identificar e decidir 80% dos procedimentos disciplinares em face de magistrados no prazo de 140 dias a partir da autuação. Todas as metas foram aprovadas durante a reunião setorial dos segmentos de Justiça ocorrida no primeiro dia do Encontro, em 26 de novembro, que contou com representantes dos tribunais brasileiros. Na oportunidade, a Justiça Federal da 1ª Região foi representada pela corregedora regional da 1ª Região, desembargadora federal Ângela Maria Catão Alves; pelo juiz federal em auxílio à Corregedoria Regional (Coger) Newton Pereira Ramos Neto; pelo secretário-geral da Presidência, juiz federal Cleberson José Rocha, e pela diretora da Divisão de Planejamento Estratégico (Diple), Maria Carolina de Souza Ribeiro. LS Assessoria de Comunicação Social Tribunal Regional Federal da 1ª Região 
30/11/2020 (00:00)
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