INSTITUCIONAL: Escolhidos os novos diretores e vice-diretores de foro das Seções e Subseções Judiciárias da Primeira Região

O Conselho de Administração do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), por unanimidade, em sessão realizada presencialmente com suporte de vídeo nessa quinta-feira, dia 21 de maio, homologou as indicações feitas pelo presidente do TRF1, desembargador federal I’talo Mendes, para a direção das Seções e Subseções Judiciárias da 1ª Região. Ao falar sobre a escolha dos nomes, o presidente do Tribunal explicou o critério utilizado por ele nas indicações. “Eu procurei ao máximo possível observar a antiguidade. Na maioria foi possível, em outros casos não”. Clique aqui e veja os nomes dos magistrados que exercerão mandato à frente das Seccionais da 1ª Região pelos próximos dois anos. Homenagens - Na mesma sessão, o Conselho de Administração aprovou as propostas de homenagem ao ministro Francisco Manoel Xavier de Albuquerque, do Supremo Tribunal Federal (STF), e ao juiz federal Pompeu de Sousa Brasil, da Seção Judiciária da Bahia (SJBA). A relatoria de ambos os processos coube ao decano da Corte, desembargador federal Jirair Aram Meguerian. Segundo a decisão do Colegiado, o Edifício 2 do Complexo dos Juizados Especiais Federais da SJBA terá o nome do juiz federal Pompeu de Sousa Brasil, falecido em 2 de julho de 2019. A homenagem ao juiz federal foi proposta pelo diretor do foro da SJBA, juiz federal Dirley da Cunha Júnior, e por todos os magistrados da SJBA em reconhecimento aos anos dedicados pelo juiz Pompeu de Sousa à Seccional baiana. O magistrado foi titular da 3ª Vara Cível e diretor do foro da SJBA em 2001. O Conselho deferiu também o pedido apresentado pelo diretor da Subseção Judiciária de Tabatinga/AM, juiz federal Bruno Hermes Leal, de designação do nome do ministro Xavier de Albuquerque, do Supremo Tribunal Federal (STF), falecido em 9 de abril de 2015, para o auditório da Subseccional. Em seu voto, o relator, desembargador federal Jirair Aram Meguerian, destacou que a indicação do nome do ministro, nascido em Manaus/AM, “dispensa comentários – pelas elevadas atividades que exerceu ao longo de sua vida pública, tendo desempenhado com brilhantismo o cargo no Supremo Tribunal de Federal, onde atuou de 1972 a 1983, inclusive à frente da Presidência de 16/02/1981 a 21/02/1983 – e não encontra óbice na Lei nº 6.454/77 e nem na Resolução CNJ nº 140/2011”. Assessoria de Comunicação Social Tribunal Regional Federal da 1ª Região  
22/05/2020 (00:00)
Visitas no site:  1533245
© 2020 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia